(fragmento apenas do poema falado no Festival "World
Peace 2005, Coréia)
“Não sei com que armas os homens lutarão
na Terceira Guerra, mas na Quarta, será a pau e
pedra” –Einstein
Os homens amam a guerra. Por isso
se armam festivos em coro e cores
para o dúbio esporte da morte.
Amam e não disfarçam.
Alardeiam esse amor nas praças,
criam manuais e escolas,
alçando bandeiras e recolhendo caixões,
entoando slogans e sepultando canções.
Os homens amam a guerra. Mas não a amam
só com a coragem do atleta
e a empáfia militar, mas com a piedosa
voz do sacerdote, que antes do combate
serve a hóstia da morte.
Foi assim na Coréia e Tróia,
na Eritréia e Angola,
na Mongólia e Argélia,
no Saara e agora.
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