Mais um acidente, em plena luz do dia, mas uma vítima? Desta vez ela saiu ilesa apenas o constrangimento de ver seu veículo acém tirado da concessionária virado de ponta a cabeça, isto é capotado em plena avenida Bias Fortes em Belo Horizonte. Pessoas rodeando o indivíduo, policiais investigando os acontecimentos, averiguando os documentos e certificando da certeza do certificado, que pode não ser certo, mas as incertezas do ocorrido levaram as opniões certas e certificadas da certeza do ocorrido, ufa......
Deixando as incertezas de lado, o que realmente ocorreu foi um desvio de céptico, onde o indivíduo sem conseguir respirar misturou o acelerador com a embreagem e o pé direito com o esquerdo, fazendo com que o veículo dobrasse a roda, o torque longitudinal moveu uma ação continua sobre o eixo central de ligação das duas rodas e a força centrífuga acabou tirando da inércia rotatória o centro de massa das rodas, simplificando "o motorista é um meia roda, ruim de volante, na verdade ele é mesmo um barbeiro" - sem querer ofender o inseto e nem mesmo ofender tão dignissima profissão que está em extinção.
Os policiais desconfiaram do transtorno de excesso de alcoolismo na corrente sanguínea, ou falta de sangue na corrente alcoolica. O fato é que o cara foi levado em cana. E o veículo recém tirado da concessionária foi direto para o ferro velho, triste fim para um bem que demorou pra sair do estacionamento da fábrica, devido a crise que passou como uma morrolinha e fez estrago como um furação.
“A arte seja falada, escrita ou pintada, retrata o momento de seu criador, é neste instante que se faz o artista. Quando ele consegue transformar seus instintos exagerados e intensos em algo Belo”. Ricardo Muzafir
quinta-feira, 26 de março de 2009
quarta-feira, 25 de março de 2009
aciente de moto
Mais um acidente de moto.
Aconteceu na Av. Cristiano Machado, eram aproximadamente 7:20 hs da manhã, provavelmente o motoqueiro estava indo para o trabalho, ou indo para a faculdade, ou poderia quem sabe estar voltando da noitada, onde bebeu com vários amigos, se divertiu, e agora estava agonizando numa maca a caminho do hospital para depois parar num caixão a sete palmos abaixo da terra.
Será que atropelou mais gente, será que feriu ou matou algum pedestre, isto não se sabe nem se viu, apenas um corpo estendido no chão, apenas um sangue a misturar com oléo da motocicleta que estava escorrendo por sobre o asfalto enrrugado e escorregadio. Sem pena, sem dó, ninguém parou para seguer oferecer alguma ajuda, ninguém parou para saber seu nome, seu endereço, se sua esposa estava em casa esperando um telefonema, ninguem parou para ligar para seus filhos, mas e ai, como falar que seu pai já não mais pertence a este mundo? Como falar que houve um acidente fatal e agora não resta mais nada, nem tempo, nem moto, nem pai.
Como saber o que pode ser feito, afinal eu estava com pressa para chegar no meu serviço, afinal não parei para prestar socorro porque o atraso, me é cobrado sem dó nem piedade. Pensei em ligar para SAMU ou para PMMG, mas alguém já poderia ter feito isto, então não me restou outra alternativa a não ser olhar e vê-lo ali no asfalto entregue a sua mortal sorte.
Aconteceu na Av. Cristiano Machado, eram aproximadamente 7:20 hs da manhã, provavelmente o motoqueiro estava indo para o trabalho, ou indo para a faculdade, ou poderia quem sabe estar voltando da noitada, onde bebeu com vários amigos, se divertiu, e agora estava agonizando numa maca a caminho do hospital para depois parar num caixão a sete palmos abaixo da terra.
Será que atropelou mais gente, será que feriu ou matou algum pedestre, isto não se sabe nem se viu, apenas um corpo estendido no chão, apenas um sangue a misturar com oléo da motocicleta que estava escorrendo por sobre o asfalto enrrugado e escorregadio. Sem pena, sem dó, ninguém parou para seguer oferecer alguma ajuda, ninguém parou para saber seu nome, seu endereço, se sua esposa estava em casa esperando um telefonema, ninguem parou para ligar para seus filhos, mas e ai, como falar que seu pai já não mais pertence a este mundo? Como falar que houve um acidente fatal e agora não resta mais nada, nem tempo, nem moto, nem pai.
Como saber o que pode ser feito, afinal eu estava com pressa para chegar no meu serviço, afinal não parei para prestar socorro porque o atraso, me é cobrado sem dó nem piedade. Pensei em ligar para SAMU ou para PMMG, mas alguém já poderia ter feito isto, então não me restou outra alternativa a não ser olhar e vê-lo ali no asfalto entregue a sua mortal sorte.
terça-feira, 24 de março de 2009

A PALAVRA CONVENCE, O EXEMPLO ARRASTA - LÊNIM!!!!
Mais uma vez fomos campeões em vendas de corporativo.
EQUIPE PME........ cordenador: Anderson Regiani (53% do resultado)
1. colocado RICARDO TEIXEIRA ...... 36%
2. colocado Leonardo............................. 29%
3. Elton Junio.......................................... 25%
4. Andrea ................................................ 10%
Demais:
EQUIPE 3G ........ cordenador: David ( 32% do resultado)
EQUIPE BANDA LARGA........ cordenador: Bruno (15% do resultado)
Palmas para o campeão de vendas, estas 36% correspondem a 77 linhas de celulares corporativos.
segunda-feira, 23 de março de 2009
PALAVRA DITA
Corta mais que faca
Fura mais que uma espada
Mata mais que bala.
É um gancho na direção do queixo
Ou o atropelamento sem direção.
É a derrota ao final da batalha
É a morte sem a glória.
Ou a luta sem vencedor, apenas sangue e morte.
Palavra falada
Seja escrita ou ouvida
Seja pronunciada ou transcrita
Corta mais que tesoura afiada
Fura mais que espada embrenhada
Mata mais que bala disparada.
Palavra pronunciada
Seja dita ou falada.
Escrita ou desenhada.
É a flecha arremessada
De um arco viril e certeiro
Palavras, palavras, palavras
Sentido de orações, sem rezas
Com artigos, pronomes, verbos e sujeitos
Sejam ocultos ou principais
É a comunicação necessária para o entendimento
Ou a discórdia ininterrupta de uma palavra dita.
Fura mais que uma espada
Mata mais que bala.
É um gancho na direção do queixo
Ou o atropelamento sem direção.
É a derrota ao final da batalha
É a morte sem a glória.
Ou a luta sem vencedor, apenas sangue e morte.
Palavra falada
Seja escrita ou ouvida
Seja pronunciada ou transcrita
Corta mais que tesoura afiada
Fura mais que espada embrenhada
Mata mais que bala disparada.
Palavra pronunciada
Seja dita ou falada.
Escrita ou desenhada.
É a flecha arremessada
De um arco viril e certeiro
Palavras, palavras, palavras
Sentido de orações, sem rezas
Com artigos, pronomes, verbos e sujeitos
Sejam ocultos ou principais
É a comunicação necessária para o entendimento
Ou a discórdia ininterrupta de uma palavra dita.
DIA DE OUTONO
Uma garoa fina despontando no horizonte, entre montanhas e vales avistamos uma nuvem acinzentada, carregada de partículas de água, o calor refletido pelo solo ajuda acompor e a carregar mais ainda esta nuvem, juntando com a diferença de pressão faz com que a nuvem se desmanche em um chuva fina e fria.
As segundas-feiras tem um perfil diferente de todos os outros dias, é um dia onde o desânimo e a preguiça quase sempre vencem, transformando a cama num refúgio e o pijama em armadura medieval, os bárbaros são os chefes e supervisores, que neste dia temos que travar a batalha dos sonhos e o nosso cliente é a chama da esperança de que dias melhores virão ou outonos menos carregados acontecerão.
O fato é que as contas não querem nem saber que dia da semana é hoje, chegam toda hora e todo dia. Quanto tinha um escritório falava com o porteiro:
- Sr. Antônio, por favor não me entregue as contas na segunda-feira de manhã e nem sexta-feira no final do expediente. Não quero começar a semana vendo conta e nem quero iniciar meu fim de semana de descanço também vendo contas.
E assim era feito, o Sr. Antônio guardava todas as contas para me entregar no dia melhor.
A busca para uma vaga melhor no mercado de trabalho continua, hoje acordei com vontade de ver o jornal de domingo e selecionar os e-mails de empregos que podem corresponder as minhas necessidades. E quais seriam elas:
1) Trabalhar assentado numa cadeira de presidente com o ar ligado, mesa semi vazia, notebook ligado. Nada de Vendedor (consultor de vendas) que tem que trabalhar na rua andando sobre o sol escaldado ou sobre a chuva torrencial.
2) De Preferencia com um sálario que seja suficiente para pagar todas minhas contas (que não são poucas), para me divertir - afinal um lazer às vezes não é nada ruim e algum dinheiro para fazer compras e renovar meu guarda-roupa, dinheiro para bancar meus sonhos (que também não nada poucos).
3) Que tal um emprego que me proporcione viagens fantásticas, com tudo pago é claro.
Não é querer muito para um homem quase trabalhador, quase inteligente, quase motivador, quase realizado, quase pai, quase amigo.... ESTE É O PROBLEMA UM HOMEM QUASE TUDO....
As segundas-feiras tem um perfil diferente de todos os outros dias, é um dia onde o desânimo e a preguiça quase sempre vencem, transformando a cama num refúgio e o pijama em armadura medieval, os bárbaros são os chefes e supervisores, que neste dia temos que travar a batalha dos sonhos e o nosso cliente é a chama da esperança de que dias melhores virão ou outonos menos carregados acontecerão.
O fato é que as contas não querem nem saber que dia da semana é hoje, chegam toda hora e todo dia. Quanto tinha um escritório falava com o porteiro:
- Sr. Antônio, por favor não me entregue as contas na segunda-feira de manhã e nem sexta-feira no final do expediente. Não quero começar a semana vendo conta e nem quero iniciar meu fim de semana de descanço também vendo contas.
E assim era feito, o Sr. Antônio guardava todas as contas para me entregar no dia melhor.
A busca para uma vaga melhor no mercado de trabalho continua, hoje acordei com vontade de ver o jornal de domingo e selecionar os e-mails de empregos que podem corresponder as minhas necessidades. E quais seriam elas:
1) Trabalhar assentado numa cadeira de presidente com o ar ligado, mesa semi vazia, notebook ligado. Nada de Vendedor (consultor de vendas) que tem que trabalhar na rua andando sobre o sol escaldado ou sobre a chuva torrencial.
2) De Preferencia com um sálario que seja suficiente para pagar todas minhas contas (que não são poucas), para me divertir - afinal um lazer às vezes não é nada ruim e algum dinheiro para fazer compras e renovar meu guarda-roupa, dinheiro para bancar meus sonhos (que também não nada poucos).
3) Que tal um emprego que me proporcione viagens fantásticas, com tudo pago é claro.
Não é querer muito para um homem quase trabalhador, quase inteligente, quase motivador, quase realizado, quase pai, quase amigo.... ESTE É O PROBLEMA UM HOMEM QUASE TUDO....
domingo, 22 de março de 2009
Ode ao Gozo
Relaxar para se cansar
Respiração ofegante, peito latente
Formigamento nas pernas com tremor pelo corpo
Corrimento pegajoso num odor forte
Mente aberta, sem redes de proteção, sem escudos de força
Apenas a alma à mostra
Gritos abafados pelos gemidos ocultos
Suor gotejante
Pernas entrelaçadas e abraços apertados
Corpos ocupando o mesmo lugar no espaço
Contradizendo a Lei da Física.
Relaxar para viver
Sem dor, sem sofrimento
Sincronismo de um vai e vem, de um entra e sai
Beijos selvagens, às vezes brutos outros suaves
Outros apenas carinhosos
Troca de calor, troca de amor
Palavras doces sussurradas nos ouvidos
Às vezes mentiras ocultas por uma verdade falsa
Ou verdades reais de um momento ilusório.
São apenas gozos, de orgasmos sensitivos
Ocultados, incautos ou apenas falsos.
Gozos para relaxar
E depois dormir para descansar
Lembranças de histórias inacabadas
De êxtases inesquecíveis
De gozos múltiplos e sangue sobre o lençol
Manchando de vermelho o branco inebriante
Em noites não dormidas
De madrugadas encharcadas
Arrepios pelo corpo, em toques imaginários
De um amor responsável pela ação ocorrida
Pelo gozo inconstante de um amor mágico.
Ricardo Muzafir
Respiração ofegante, peito latente
Formigamento nas pernas com tremor pelo corpo
Corrimento pegajoso num odor forte
Mente aberta, sem redes de proteção, sem escudos de força
Apenas a alma à mostra
Gritos abafados pelos gemidos ocultos
Suor gotejante
Pernas entrelaçadas e abraços apertados
Corpos ocupando o mesmo lugar no espaço
Contradizendo a Lei da Física.
Relaxar para viver
Sem dor, sem sofrimento
Sincronismo de um vai e vem, de um entra e sai
Beijos selvagens, às vezes brutos outros suaves
Outros apenas carinhosos
Troca de calor, troca de amor
Palavras doces sussurradas nos ouvidos
Às vezes mentiras ocultas por uma verdade falsa
Ou verdades reais de um momento ilusório.
São apenas gozos, de orgasmos sensitivos
Ocultados, incautos ou apenas falsos.
Gozos para relaxar
E depois dormir para descansar
Lembranças de histórias inacabadas
De êxtases inesquecíveis
De gozos múltiplos e sangue sobre o lençol
Manchando de vermelho o branco inebriante
Em noites não dormidas
De madrugadas encharcadas
Arrepios pelo corpo, em toques imaginários
De um amor responsável pela ação ocorrida
Pelo gozo inconstante de um amor mágico.
Ricardo Muzafir
Bem, hoje estou retornando com as postagens no meu blog.
Estou pesquisando sobre gastronômia, estou fazendo cursos de gestão financeira e engenharia civil, mas estão trancados e ainda querendo cursar um outro que não tem nada a ver com nenhum dos dois já iniciados. Normal, talvez não. Afinal de adolescente, já passei a muito tempo, hoje estou com meus 41 anos de idade, não paro de pensar em aprender coisa novas, que seja útil ou não, isto não importa, o que importa é a vontade de descobrir alguma coisa que goste realmente de fazer.
Quando tinha meus 20 anos pensava que era engenharia civil, mas a vida foi me levando para outros caminhos, abri empresas, aprende a administrar. Ai por influencia de meu pai, que era administrador, pensei em trilhar este caminho, afinal ele era feliz com o que escolheu, disse "ele". Assim ingressei em gestão financeira, com meus 30 e poucos anos e hoje por já ter vivido 50% de minha vida ou 40% ou 30%, nunca se sabe ao certo a data que partiremos, penso em buscar coisas que possa me fazer feliz, que possa me guiar por caminhos diferentes, que possa construir e criar sonhos e delícias. O que devo fazer, então. Achar que o ainda dá tempo de buscar estas realizações (apesar das dores inconstantes no peito) ou voltar e acabar o que já está em andamento. Se correr atrás desta realização pessoal terei que achar alternativas de conseguir pagar este sonho, ou deixar mais uma vez que os sonhos fiquem pela metade.
O fato de criar desejos, sonhos e transformar materia prima em visões saborosas deve ser uma coisa fascinante.
A dúvida é cruel, meu trabalho é duro e cansativo, faça sol ou faça chuva, tenho que ficar andando nas ruas e becos buscando encontrar (do nada) empresas que desejam trocar de operadoras de telefônia. Tentando convencê-los que as soluções dos seus problemas estejam comigo, tentando convencê-los que tenho a melhor alternativa em telefônia móvel do mundo, o que às vezes pode até ser verdade, mas o díficil é descobrir o cliente perfeito, o cliente que tem tempo de te escutar, descobrir o cliente que tem atitude e pulso de fechar as negociações no ato. O que quase sempre (99%) não acontece.
Será que é isto que quero pelo resto de minha vida? Com certeza NÃO. O que desejo é criar e vender uma coisa que criei e não vender uma coisa que não criei. O que quero é construir sonhos e satisfazer os desejos mais profundos das pessoas e não tirar o desejo de escolha (durante 24 meses - tempo contratual) e endividar o cliente com contas mensais, que às vezes pode sufocá-lo. Quero ver uma pessoa comendo uma criação minha e ver no seu rosto a satisfação plena de felicidade. Mas enquanto isto não é realizado, vamos vender planos corporativos e mostrar o quanto meu produto é melhor que os outros.
Afinal em toda escuridão buscamos o que é mais CLARO.
Estou pesquisando sobre gastronômia, estou fazendo cursos de gestão financeira e engenharia civil, mas estão trancados e ainda querendo cursar um outro que não tem nada a ver com nenhum dos dois já iniciados. Normal, talvez não. Afinal de adolescente, já passei a muito tempo, hoje estou com meus 41 anos de idade, não paro de pensar em aprender coisa novas, que seja útil ou não, isto não importa, o que importa é a vontade de descobrir alguma coisa que goste realmente de fazer.
Quando tinha meus 20 anos pensava que era engenharia civil, mas a vida foi me levando para outros caminhos, abri empresas, aprende a administrar. Ai por influencia de meu pai, que era administrador, pensei em trilhar este caminho, afinal ele era feliz com o que escolheu, disse "ele". Assim ingressei em gestão financeira, com meus 30 e poucos anos e hoje por já ter vivido 50% de minha vida ou 40% ou 30%, nunca se sabe ao certo a data que partiremos, penso em buscar coisas que possa me fazer feliz, que possa me guiar por caminhos diferentes, que possa construir e criar sonhos e delícias. O que devo fazer, então. Achar que o ainda dá tempo de buscar estas realizações (apesar das dores inconstantes no peito) ou voltar e acabar o que já está em andamento. Se correr atrás desta realização pessoal terei que achar alternativas de conseguir pagar este sonho, ou deixar mais uma vez que os sonhos fiquem pela metade.
O fato de criar desejos, sonhos e transformar materia prima em visões saborosas deve ser uma coisa fascinante.
A dúvida é cruel, meu trabalho é duro e cansativo, faça sol ou faça chuva, tenho que ficar andando nas ruas e becos buscando encontrar (do nada) empresas que desejam trocar de operadoras de telefônia. Tentando convencê-los que as soluções dos seus problemas estejam comigo, tentando convencê-los que tenho a melhor alternativa em telefônia móvel do mundo, o que às vezes pode até ser verdade, mas o díficil é descobrir o cliente perfeito, o cliente que tem tempo de te escutar, descobrir o cliente que tem atitude e pulso de fechar as negociações no ato. O que quase sempre (99%) não acontece.
Será que é isto que quero pelo resto de minha vida? Com certeza NÃO. O que desejo é criar e vender uma coisa que criei e não vender uma coisa que não criei. O que quero é construir sonhos e satisfazer os desejos mais profundos das pessoas e não tirar o desejo de escolha (durante 24 meses - tempo contratual) e endividar o cliente com contas mensais, que às vezes pode sufocá-lo. Quero ver uma pessoa comendo uma criação minha e ver no seu rosto a satisfação plena de felicidade. Mas enquanto isto não é realizado, vamos vender planos corporativos e mostrar o quanto meu produto é melhor que os outros.
Afinal em toda escuridão buscamos o que é mais CLARO.
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